Errar é humano
Vivemos e aprendemos com nossos erros.
Choramos, mais depois sorrimos.
Crescemos com palavras, atos, sentimentos e ilusões.
Morremos aos poucos por orgulho, críticas e por não nos perdoar.
Humanos somos quando temos caráter,
respeito, dignidade e HUMILDADE
Não quando somos covardes, baixos, idiotas e passamos por cima
das pessoas que estenderam a mão quando precisamos e pessoas ao nosso redor para conseguirmos o que realmente desejamos.
Muitas vezes nos arrependemos dos nossos erros tarde demais,
de uma forma que não dá para voltar atrás...
Muitas vezes praticamos atos indesejáveis,
atrapalhando as pessoas que adoramos...
Muitas vezes esquecemos do mundo à nossa volta para lutarmos por uma coisa sem sentido...
Muitas vezes choramos por ter feito o que fizemos,
e não ter sido quem somos...
Muitas vezes pessoas nos mostram como se arrepender a tempo e como tentar concertar...
Muitas vezes estamos errados no sentido geral do mundo,
não no sentido geral da gente...
E mesmo que venha forte a tempestade e mesmo que o mundo caia sobre nós,
nada nem NINGUÉM apagará o que ficou.
Se errei ou acertei, isso já não importa.
O que importa é que novamente estou aprendendo.
Aprendendo e crescendo, com meus atos,
com os atos das pessoas em minha volta.
Aprendi que para manter meu sorriso é necessário
primeiro que as pessoas de minha volta sorriam.
Seja como for, seja com quem for, seja como vocês queriam que fosse.
Não basta apenas me perdoar, é preciso me encontrar.
Quem sabe na imensidão do paraíso alguém possa me olhar com olhos maternos e paternos.
Mais feliz eu aprendi que só estarei quando vocês estiverem felizes.
Seja como for, seja com quem for, seja como vocês queriam que seja,
o importante é vocês serem felizes.
Não me arrependo de ter feito uma coisa que eu queria fazer.
Arrependo-me de ter escolhido a hora errada par fazê-la.
Arrependo-me de passar por cima de pessoas que merecem respeito, que são especiais para as pessoas em sua volta, que são legais, que são HUMANAS.
Arrependo-me de não ter aproveitado a sorte na hora certa.
Arrependo-me de ter acreditado em pessoas que mal conhecia.
Arrependo-me de não ser tudo que eu deveria ser.
Arrependo-me de não ter acordado a mais tempo.
Mesmo se nós não perdoamos nossos erros,
Mesmo se nossos reflexos não são mais os mesmos no espelho
Existe um ser que sempre, não importa a situação,
o momento, os erros, os acertos, as críticas, os elogios,
os desesperos, as alegrias, as lágrimas, solidão, união,
desamor, esperança, desunião, desesperança, que SEMPRE,
SEMPRE esteve e está conosco: DEUS!
Mesmo quando não nos lembramos Dele, Ele está lá.
Pode não parecer, mas está.
Ele é o único capaz de nos perdoar sem rancor, sem ódio, sem desamor...
Ele é o único que sempre estar com agente...
Ele é o único que vê e sente nossos sentimentos...
Ele é o único, que sempre, não importa a ocasião,
está de mãos abertas para a gente...
Ele é o único a quem devemos realmente agradecer pela nossa vida...
Deus não é apenas um pai.
É um amigo, um ajudante, um companheiro, um anjo,
um irmão, um colega, um guardião...
Não importa ONDE eu esteja não importa
COMO eu esteja, não importa se eu estou feliz.
O que importa é com quem eu sempre estarei: com DEUS!
FRATERNIDADE é compreensão, Onde os Irmãos sabem dizer, ou ouvir: Sim ou Não! FRATERNIDADE é Alegria, Quando os Irmãos estão junto Todo o Dia!-FRATERNIDADE é União, Onde os Irmãos estão sempre em comunhão! FRATERNIDADE é Ajuda Mútua, Quando os Irmãos não fogem á Luta!-FRATERNIDADE MAÇÔNICA é quase tudo isto, Por isto, não desisto! Hoje e sempre, insisto, Ver em cada Irmão, o ensinamento de CRISTO!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Errar é humano
Errar é humano
sábado, 20 de novembro de 2010
“JUSTO E PERFEITO”
A expressão “JUSTO E PERFEITO” é encontrada pela primeira vez no L.’. L.’., mais especificadamente no Livro de Gênesis, onde é retratada a história do Dilúvio.
O G.’.A.’.D.’.U.’., que é DEUS, “arrependendo-se de ter criado o homem”, eis que havia se esquecido de participar o bem trilhando pelos caminhos da iniqüidade corrompendo a humanidade, resolveu destruir a terra com um Dilúvio de proporção imensurável.
No capitulo 6, versus 9, encontramos:
“Esta é a história de Noé. Noé era um homem Justo e Perfeito no meio dos homens de sua geração. Ele andava com DEUS.
Em Gênesis, capitulo 7, versus 1-3, assim o G.’.A.’.D.’.U.’. Se manifesta:
O Senhor disse a Noé: “Entre na arca...tu e toda tua casa... porque te reconheci JUSTO diante dos meus olhos... entre os de tua geração.”
Mas onde, quando e como surgiu para a MAÇONARIA...
A expressão: “JUSTO E PERFEITO”, segundo o Ir.’. José Castellani”, remonta às organizações medievais de canteiros (trabalhadores em cantaria, ou seja, no enquadramento da pedra bruta). Como os bons profissionais eram muito requisitados, havia muita rivalidade entre as corporações, valendo, nesse caso, até a sabotagem do trabalho, a qual consistia em penetrar no terreno do concorrente e fazer um leve desbastamento da pedra já cúbica, difícil de constatar pelo olho humano, porém, quando usada na construção, daria diferença, comprometendo aquele núcleo de pedreiros e maculando sua imagem.
Assim, no fim do dia de trabalho, por ordem do Máster (o proprietário, ou um seu preposto), um Warden (zelador, ou vigilante), media a horizontalidade da obra, com o nível, enquanto o outro media a perpendicularidade, com o prumo, e, se tudo estivesse em ordem, comunicavam ao Master, “Tudo Está Justo e Perfeito”.
Na manhã do dia seguinte, a operação era repetida, da mesma maneira, para prevenir eventuais sabotagens durante a noite, pois da forma cúbica das pedras, dependia a estabilidade das construções.
Se tudo estivesse “JUSTO E PERFEITO” os trabalhos eram iniciados.
A expressão “Esta Tudo Justo e Perfeito” também é utilizada como cumprimento e reconhecimento entre os MAÇONS, inclusive de graus dos IIr.’..
Mas será que Está Tudo Justo e Perfeito com a MAÇONARIA...? E as queixas de IIr.’. De que nada vai bem na MAÇONARIA de hoje, que ela anda adormecida.
ESTÁ SIM...! TUDO JUSTO e PERFEITO... pois a MAÇONARIA de hoje ainda permanece como a MAÇONARIA de ontem. Sua Filosofia é eterna... Assim como seus ensinamentos.
O QUE MUDOU ENTÃO...?
Não levam consigo para o mundo profano os preceitos e ensinamentos da Sublime ARTE REAL. Muito pelo contrário, trazem do mundo profano todas as imperfeições possíveis semeando a desarmonia na LOJA, pregando a desagregação entre os IIr.’. E o desequilíbrio nos nossos trabalhos.
Quando passamos pelo ritual da Iniciação, renunciamos ao TER passando a SER útil aos nossos pares, órfãos e viúvas que é o grande objetivo da MAÇONARIA.
Ninguém nos obrigou a assumir esse sério compromisso, mas quando o assumimos juramos sempre buscá-lo a fim de contribuir para o engrandecimento do nosso “EU” interior e contribuímos para o bem estar da HUMANIDADE...!
Portanto, temos que colocar em prática no mundo profano a doutrina e os ensinamentos Maçônicos transformando-os em uma “Filosofia de Vida”, como muito trabalho e ação.
O Grande Maçom Ir.’. Albert Pike nos deixa uma lição. Assim ele discorre:
“É surpreendente ver como os homens falam das virtudes e da honra e não pautam suas vidas nem por uma nem outra. A boca exprime o que o coração devia ter em abundância, que quase sempre é o inverso do que o homem pratica”.
sábado, 6 de novembro de 2010
GRAUS DO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO
GRAUS DO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO:
Fonte: Figurinos Maçónicos Oitocôentistas, um «guia1841/42 com apresentação, introdução e anotações do Dr. A. H. de Oliveira Marques (Editorial Estampa, Lisboa, 1983) - cortesia do Grémio Fénix.
1 - Aprendiz - Avental de pele branca com a abeta (ou babadouro) levantada. Simbolicamente, o aprendiz é representado em mangas de camisa e com esta aberta no peito, numa alusão ao seu traje durante as provas de iniciação, em que se deve apresentar com peito nu, o joelho descoberto e o pé esquerdo descalço.
2 - Companheiro - Avental de pele branca com a abeta voltada para baixo. O companheiro já é representado em traje civil completo, segundo a moda da época.
3 - Mestre - Avental branco forrado e debruado de vermelho; no meio do avental estão pintadas ou bordadas a vermelho as letras "M.•. B.•.". Ao pescoço, fita azul de cerca de 10cm de largura ("quatro polegadas"), tendo, na sua extremidade inferior, uma roseta vermelha; pendente acha-se a jóia, que consiste num esquadro e num compasso, este aberto num ângulo de 45 graus. Estas insígnias, que se mantiveram essencialmente até hoje na Maçonaria portuguesa, conhecem, todavia, na actualidade, uma ligeira alteração, s., a substituição da fita por uma banda azul debruada de vermelho, que se usa a tiracolo da direita para a esquerda.
Passe Mestre - Insígnias semelhantes às de "Mestre"; no avental pinta-se ou borda-se a ouro um círculo, em cujo campo estão as duas colunas "B.•." e "J.•." dos templos maçónicos e, no meio, um pentagrama ou estrela flamejante de cinco pontas com um iod hebraico no centro; em volta da circunferência, servindo de orla, estão as letras "H.•. T.•. S.•. T.•. K.•. S.•.".
4 - Mestre Secreto - Avental branco preso por fitas (ou cordões) pretas; no meio do avental, dois ramos cruzados, um de loureiro e o outro de oliveira, com a letra "Z" no centro; abeta azul com um olho pintado ou bordado a ouro. Ao pescoço, fita azul debruada de preto, tendo pendente a jóia, que é uma chave de marfim, igualmente com um "Z" inscrito.
5 - Mestre Perfeito - Avental branco com abeta verde; no meio do avental há três circunferências concêntricas tendo no centro da menor um cubo com a letra "J" na face principal. Ao pescoço, fita verde de onde pende a jóia, que é um compasso aberto a 60 graus sobre um segmento de círculo graduado.
6 - Secretário Íntimo ou Mestre por Curiosidade - Avental branco debruado de vermelho, tendo na abeta um triângulo, pintado ou bordado a ouro, com três pontos (.•.). Ao pescoço, fita carmesim de que pende a jóia, que é formada por três triângulos entrelaçados.
7 - Preboste e Juíz - Avental branco bordade de vermelho na orla e ao longo da abeta onde se acha, pintada ou bordada, uma chave de ouro; no meio do avental existe uma algibeira debruada de vermelho com uma roseta também vermelha. Ao pescoço, fita carmesim, tendo pendente a jóia, que é outra chave de ouro.
8 - Intendente dos Edifícios - Avental branco debruado de vermelho e bordado, na orla, a verde; no centro, a vermelho, uma estrela de nove pontas e, por baixo, uma balança a ouro; na abeta, um triângulo branco debruado de verde tendo inscritas, na mesma cor, as letras "B.•. A.•. J.•.". Banda carmesim posta a tiracolo, da direita para a esquerda, de que pende a jóia, consistindo num triângulo de outro com inscrições alusivas ao grau.
9 - Mestre Eleito dos Nove - Avental branco debruado de preto tendo, no centro, bordado ou pintado, um braço segurando um punhal no acto de ferir; abeta, debruada também de preto. Banda preta, posta a tiracolo, da esquerda para a direita, tendo semeadas nove rosetas vermelhas, de forma a que se vejam quatro na face dianteira e outras quatro na traseira; como jóia, um punhal de ouro com lâmina de prata, que pende da nona roseta, situada na parte inferior da banda.
10 - Ilustre Eleito dos Quinze - Avental branco debruado de preto, tendo, no meio, uma vista simbólica da cidade de Jerusalém com três portas e, frente a cada uma delas, espetada num poste, uma cabeça; abeta debruada também de preto. Banda preta a tiracolo, da esquerda para a direita, com três cabeças pintadas ou desenhadas na parte da frente; do extremo inferior da banda pende a jóia, que é um punhal de ouro com cabo de prata. Segundo os rituais do século XX, a banda ostenta, além das três cabeças, nove rosetas vermelhas e doze lágrimas de prata.
11 - Sublime Cavaleiro Eleito - Avental branco debruado de preto, com orla decorativa também a preto; no meio, uma algibeira tendo pintada ou bordada uma cruz vermelha; abeta debruada e orlada de preto. Banda preta, colocada a tiracolo, da esquerda para a direita, tendo bordada a prata a divisa "VICERE AUT MORI"; a jóia, pendente da extremidade inferior da banda é um punhal de ouro com lâmina de prata. Nos rituais do século XX permite-se a substituição da divisa por "três corações inflamados", bordados.
12 - Grande Mestre Arquitecto - Avental branco, debruado e orlado de azul, com uma algibeira ao meio, também orlada da mesma cor, abeta debruada de azul. Banda azul a tiracolo, da direita para a esquerda; tem suspensa, na sua extremidade inferior, a jóia, que é uma chapa quadrada com inscrições alusivas ao grau.
13 - Real Arco - Banda escarlate, da direita para a esquerda, de cuja extremidade inferior pende a jóia, um triângulo ou uma medalha de ouro com inscrições alusivas ao grau. Nos rituais do século XX usa-se, além da banda - convertida em fita posta ao pescoço - , um avental branco orlado de escarlate.
14 - Grande Escocês - Avental branco, debruado de carmesim e orlado com um folho da mesma cor; no meio, está pintada ou bordada, também a carmesim, uma pedra quadrada com um anel ao centro. Fita de igual cor ao pescoço, tendo pendente a jóia que é um compasso de ouro aberto em cima de um quarto de círculo. Nos rituais do século XX, o avental é orlado com um folho azul, em vez de carmesim.
15 - Cavaleiro do Oriente ou da Espada - Avental branco, debruado de verde; no meio, acham-se bordados três cepos de carvalho formando um triângulo, no centro do qual estão inscritas as iniciais "L.•. D.•. P.•."; na abeta, pintada ou bordada, vé-se uma cabeça ensaguentada entre duas espadas cruzadas. Banda verde-mar a tiracolo, da direita para a esquerda, tendo bordados ossos, membros, cabeças, espadas inteiras e espadas partidas, bem como uma ponte com as iniciais acima referidas; da banda pende a jóia, que é uma pequena espada. Nos rituais do século XX, o triângulo de cepos de carvalho é substituído por três triângulos entrelaçados, sendo os lados formados por pequenos triângulos.
16 - Príncipe de Jerusalém - Avental vermelho debruado de amarelo claro; facultativamente, pode pintar-se no meio uma imagem do templo de Salomão, ladeado por: um esqueadro, um compasso, um escudo, um delta flamejante e o braço da justiça. Ao pescoço, escapulário azul debruado de amarelo e bordado a ouro, com uma balança, o braço da justiça, um punhal, cinco estrelas e duas coroas; dele pende a jóia, que é uma medalha de ouro tendo gravadas, no anverso, uma mão sustentando uma balança e, no reverso, uma espada de dois gumes e cinco estrelas. Luvas vermelhas. Nos rituais modernos, tal como no texto do ritual de 1841-42, a cor do escapulário é avermelhada ("cor de aurora"), em vez de azul.
17 - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente - Avental amarelo debruado de vermelho. Banda branca, a tiracolo, da direita para a esquerda. Ao pescoço, fita preta tendo pendente a jóia, um heptágono parcialmente de ouro e parcialmente de prata ou de madrepérola, com inscrições alusivas ao grau.
18 - Soberano Príncipe Rosa-Cruz - Avental amarelo debruado de escarlate, tendo ao meio três círculos e três quadrados concêntricos, com três triângulos também concêntricos inscritos no círculo mais pequeno; na abeta, borda-se um "J" a ouro (embora na gravura pareça vermelho). Ao pescoço, fita metade verde (a da direita), liga escarlate com a legenda "VIRTUDE E SILÊNCIO". As insígnias modernas são bastante diferentes destas, baseando-se essencialmente a sua simbologia no pelicano alimentando os sete filhos com a carne do peito e na cruz com a rosa mística.
19 - Grande Pontífice - Banda carmesim orlada de branco, posta a tiracolo, da direita para a esquerda; bordadas, doze estrelas de ouro, bem como as palavras "Alpha" à frente e "Omega" atrás. Da banda pende a jóia, em forma de quadrado, tendo gravadas letras alusivas ao grau. Toga branca e fita azul com doze estrelas de ouro cingindo a testa. Nos rituais modernos, a toga e a fita da cabeça estão omitidas, surgindo, em compensação, um avental branco com decorações alusivas ao grau.
20 - Venerável Mestre de todas as Lojas - Avental azul orlado de amarelo, com abeta amarela; pintado ou bordado a ouro, no meio, um triângulo com a letra "R" inscrita; da fita que ata o avental pendem dois cordões amarelos franjados. Escapulário azul e amarelo estando, na parte da frente, o azul em cima e o amarelo em baixo e, na parte de trás, o amarelo em cima e o azul em baixo. A jóia, que pende do escapulário, é um triângulo de ouro com a letra "R".
21 - Cavaleiro Prussiano ou Noaquista (também grafado "Noaquita") - Avental amarelo. Banda preta, posta a tiracolo, da direita para a esquerda, tendo pendente, da extremidade inferior, a jóia, que é um triângulo equilátero de ouro atravessado por uma flecha com a ponta virada para baixo. Luvas amarelas.
22 - Real machado - Avental de pele branca, debruado de vermelho e atado com fita vermelha; pintadas, uma mesa redonda com desenhos e plantas de edifícios em cima, tendo por baixo três figuras, uma derrubando uma árvore, outra cortando os ramos da árvore derrubada, e a terceira afeiçoando a madeira; na abeta, um olhos bordado a ouro. Ao pescoço, fita larga cor de fogo, tendo pendente a jóia, que é um machado de ouro com cabo terminado em borma de coroa e, gravadas, letras alusivas ao grau. Nos rituais modernos, omitem-se as três figuras do avental e muda-se para as cores do arco-íris a cor da fita.
23 - Chefe do Tabernáculo - Faixa escarlate à cintura, com franja de ouro pendente do lado direito. A jóia, pendente da faixa, é um turíbulo suspenso por roseta preta. Toga branca. Nos rituais modernos, acrescentam-se um avental escarlate, orlado de amarelo e uma fita da mesma cor, ao pescoço.
24 - Príncipe do Tabernáculo - Avental branco debruado de cor de fogo, tendo no meio uma esfera de ouro. Banda da mesma cor com a esfera ao meio, posta a tiracolo, da direita para a esquerda. Facultativamente, usa-se uma toga azul semeada de estrelas de ouro, com gola guarnecida de "raios de garça de oiro de maneira que formem uma espécie de resplendor por detrás da cabeça". Fita azul com estrelas de ouro cingindo a testa. Nos rituais modernos surgem variantes: escarlate em vez de cor de fogo; fita ao pescoço em vez de banda; triângulo luminoso em vez de esfera; murça azul e manto cor de ouro.
25 - Cavaleiro da Serpente de Bronze - Fita vermelha ao pescoço, com a divisa "VIRTUDE E CORAGEM"; pendente da sua extremidade, a jóia, que é uma serpente enroscada numa vara terminando em "T". Nos rituais modernos, acrescenta-se um avental brando, orlado de escarlate.
26 - Príncipe da Mercê (também grafado "Merci" ou "Mercy") - Avental escarlate, no meio do qual está pintado um triângulo, metade verde e metade branco. Ao pescoço, fita tricolor, vermelha, branca e verde, em faixas paralelas, estando o verde em baixo; dela pende a jóia, que é um triângulo equilátero de ouro.
27 - Grande Comendador do Templo - Avental vermelho forrado e debruado de preto; no meio, tem, a preto, uma cruz teutónica rodeada por uma coroa de louro; na abeta, e na mesma cor, uma chave. Ao pescoço, fita branca com risca vermelha perto de cada borda, semeada de cruzes duplas vermelhas; dela pende a jóia, um triângulo equilátero de ouro. Nos rituais modernos, como aliás na própria descrição escrita de 1841-42, a cruz do avental coloca-se na abeta, juntamente com a chave; há ainda outras variantes, de menos importância.
28 - Cavaleiro do Sol - Avental de pele "parda", debruado de preto. Ao pescoço, fira de moirée branco, tendo na ponta, bordado ou pintado, um olho a ouro; a jóia, pendente da fita, é um triângulo radiante de ouro, com um ohos no meio. Túnica curta azul celeste. Barrete de seda azul, bordado a ouro, ou fita amarela cingindo a testa. Nos rituais modernos suprime-se o avental.
29 - Grande Escocês de Santo André - Banda de moirée carmesim, posta a tiracolo, da esquerda para a direita; dela pende a jóia alusiva ao grua. Toga vermelha com cinta de seda branca, franjada a ouro. Nos rituais modernos há variantes; acrescenta-se um avental branco orlado de verde com franjas de ouro, permite-se a substituição da banda por uma fita ao pescoço e conhecem-se dois tipos de jóia, consoante se use banda ou fita.
30 - Grande Eleito Cavaleiro Kadosch (também grafado "Kadosh" e "Kadesh") - Avental branco debruado de vermelho com a cruz teutónica no centro. Banda preta, orlada de prata, posta a tiracolo da esquerda para a direita, tendo bordados, a ouro uma cruz teutónica e duas espadas entrelaçadas, e a prata uma águia bicéfala (com coroa e segurando uma espada, ambas a ouro), as iniciais "C.•. K.•. S.•." e uma caveira com dois ossos entrecruzados; laço e franja de prata na extremidade inferior; desta pende também a jóia, que é um punhal de prata com cabo de ouro. Cinta vermelha. Usa-se igualmente, em alternativa às anteriores insígnias, uma túnica branca aberta dos dois lados, debruada de preto; no peito e nas costas, leva uma grande cruz teutónica, a vermelho. Cinta preta franjada de prata, de que pende a jóia, um punhal com cabo de marfim e ébano. Chapéu com abas abatidas, tendo na frente um sol com raios de ouro e fundo de prata, no meio do qual se acha um pequeno olho; aos lados do sol, as letras "N" e "A". Nos rituais modernos suprime-se geralmente o avental e surgem alterações de somenos importância. Também se não faz uso da túnica nem do chapéu.
31 - Grande Juiz Soberano Comendador - Avental branco debruado de prata com a cruz teutónica no meio, também de prata, e o número "31" bordado a vermelho, na abeta. Ao pescoço, fita de moirée branca, tendo na ponta um triângulo radiante de pode ser suprimido nas sessouro õNos rituais modernos acrescentacom o número "31" bordado a vermelho. O avental es de loja de grau inferior. -se a jóia, pendente da fita, que é uma cruz teutónica.
32 - Sublime Príncipe do Real Segredo - Ao pescoço, fita preta orlada de prata e forrada de vermelho, com uma cruz teutónica na ponta, bordada a vermelho, onde se desenha uma águia bicéfala de prata; no reverso da fita borda-se outra cruz teutónica, a preto; a jóia, pendente da fita, é uma cruz teutónica de ouro esmaltada de vermelho, com o número "32" no centro. Usa-se também, em alternativa, uma túnica branca com cinta negra franjada de prata, e um manto vermelho no qual se borda uma cruz teutónica branca; no peito da túnica borda-se outra cruz teutónica, vermelha. Chapéu semelhante ao do grau 30, preto com uma águia bicéfala a ouro. Nos rituais modernos, para lá de se omitir a túnica, o manto e o chapéu, acrescenta-se uma cinta preta franjada de prata, com a cruz teutónica pendente.
33 - Soberano Grande Inspector Geral - Avental branco, orlado de folho vermelho, tendo bordada no meio uma águia bicéfala de ouro, coroada e sobreposta por cinco bandeiras; na abeta borda-se uma cruz teutónica a vermelho e ouro. Banda de moirée branca, posta a tiracolo, da direita para a esquerda; tem bordados, a ouro e vermelho, a águia bicéfala coroada, um triângulo radiante tendo no centro o número "33" e duas bandeiras cruzadas e sobrepostas por uma coroa; franja de ouro. Cinta de moirée branco, franjada de ouro, com uma cruz teutónica a vermelho e ouro no centro. Ao pescoço, fita estreita branca, tendo pendente a jóia, que é uma águia bicéfala preta coroada, com bico, unhas e espada nas garras a ouro. Usa-se em alternativa, para ocasiões solenes, uma túnica vermelha orlada de ouro, banda e cinta como as anteriormente descritas, e manto brando orlado e bordado de ouro, com uma cruz teutónica vermelha. Na cabeça coroa aberta. Nos rituais modernos, para além de se omitir o traje de cerimónia, suprime-se o avental.
Graças ao prestígio que tem desfrutado em todos os períodos de sua história, a Ordem Maçônica tem sido sempre um imã que atrai numerosos candidatos à Iniciação.
Aos não-Maçons, denominados "profanos" (em Maçonaria aquele que não foi Iniciado Maçom), oferecemos uma idéia mais ou menos aproximada, desta grande Instituição e, principalmente, aos que nela pretendem ingressar. Objetivamos proporcionar-lhes uma antevisão do terreno em que poderão vir a pisar e da trilha que, obviamente, terão de seguir.
Objetivo da Maçonaria - O objetivo inicial da Maçonaria tem sido o de tornar a Fraternidade Maçônica "um centro de União e o meio de conciliar, por uma amizade sincera, pessoas que, sem ela, não se conheceriam".
Um escritor francês, em poucas palavras, descreve esta faceta, aliás, a mais importante da Maçonaria: "Durante muito tempo ainda, haverá lugar para uma instituição dizendo aos homens: nada quero ter em comum com vossas desavenças, aos que virão a mim ensinarei o bom senso e a moderação, nas horas que passarão em meus templos, obrigá-los-ei a calar as suas dissensões e a se tratarem como Irmãos. E na plenitude de sua liberdade!
Fonte: Figurinos Maçónicos Oitocôentistas, um «guia1841/42 com apresentação, introdução e anotações do Dr. A. H. de Oliveira Marques (Editorial Estampa, Lisboa, 1983) - cortesia do Grémio Fénix.
1 - Aprendiz - Avental de pele branca com a abeta (ou babadouro) levantada. Simbolicamente, o aprendiz é representado em mangas de camisa e com esta aberta no peito, numa alusão ao seu traje durante as provas de iniciação, em que se deve apresentar com peito nu, o joelho descoberto e o pé esquerdo descalço.
2 - Companheiro - Avental de pele branca com a abeta voltada para baixo. O companheiro já é representado em traje civil completo, segundo a moda da época.
3 - Mestre - Avental branco forrado e debruado de vermelho; no meio do avental estão pintadas ou bordadas a vermelho as letras "M.•. B.•.". Ao pescoço, fita azul de cerca de 10cm de largura ("quatro polegadas"), tendo, na sua extremidade inferior, uma roseta vermelha; pendente acha-se a jóia, que consiste num esquadro e num compasso, este aberto num ângulo de 45 graus. Estas insígnias, que se mantiveram essencialmente até hoje na Maçonaria portuguesa, conhecem, todavia, na actualidade, uma ligeira alteração, s., a substituição da fita por uma banda azul debruada de vermelho, que se usa a tiracolo da direita para a esquerda.
Passe Mestre - Insígnias semelhantes às de "Mestre"; no avental pinta-se ou borda-se a ouro um círculo, em cujo campo estão as duas colunas "B.•." e "J.•." dos templos maçónicos e, no meio, um pentagrama ou estrela flamejante de cinco pontas com um iod hebraico no centro; em volta da circunferência, servindo de orla, estão as letras "H.•. T.•. S.•. T.•. K.•. S.•.".
4 - Mestre Secreto - Avental branco preso por fitas (ou cordões) pretas; no meio do avental, dois ramos cruzados, um de loureiro e o outro de oliveira, com a letra "Z" no centro; abeta azul com um olho pintado ou bordado a ouro. Ao pescoço, fita azul debruada de preto, tendo pendente a jóia, que é uma chave de marfim, igualmente com um "Z" inscrito.
5 - Mestre Perfeito - Avental branco com abeta verde; no meio do avental há três circunferências concêntricas tendo no centro da menor um cubo com a letra "J" na face principal. Ao pescoço, fita verde de onde pende a jóia, que é um compasso aberto a 60 graus sobre um segmento de círculo graduado.
6 - Secretário Íntimo ou Mestre por Curiosidade - Avental branco debruado de vermelho, tendo na abeta um triângulo, pintado ou bordado a ouro, com três pontos (.•.). Ao pescoço, fita carmesim de que pende a jóia, que é formada por três triângulos entrelaçados.
7 - Preboste e Juíz - Avental branco bordade de vermelho na orla e ao longo da abeta onde se acha, pintada ou bordada, uma chave de ouro; no meio do avental existe uma algibeira debruada de vermelho com uma roseta também vermelha. Ao pescoço, fita carmesim, tendo pendente a jóia, que é outra chave de ouro.
8 - Intendente dos Edifícios - Avental branco debruado de vermelho e bordado, na orla, a verde; no centro, a vermelho, uma estrela de nove pontas e, por baixo, uma balança a ouro; na abeta, um triângulo branco debruado de verde tendo inscritas, na mesma cor, as letras "B.•. A.•. J.•.". Banda carmesim posta a tiracolo, da direita para a esquerda, de que pende a jóia, consistindo num triângulo de outro com inscrições alusivas ao grau.
9 - Mestre Eleito dos Nove - Avental branco debruado de preto tendo, no centro, bordado ou pintado, um braço segurando um punhal no acto de ferir; abeta, debruada também de preto. Banda preta, posta a tiracolo, da esquerda para a direita, tendo semeadas nove rosetas vermelhas, de forma a que se vejam quatro na face dianteira e outras quatro na traseira; como jóia, um punhal de ouro com lâmina de prata, que pende da nona roseta, situada na parte inferior da banda.
10 - Ilustre Eleito dos Quinze - Avental branco debruado de preto, tendo, no meio, uma vista simbólica da cidade de Jerusalém com três portas e, frente a cada uma delas, espetada num poste, uma cabeça; abeta debruada também de preto. Banda preta a tiracolo, da esquerda para a direita, com três cabeças pintadas ou desenhadas na parte da frente; do extremo inferior da banda pende a jóia, que é um punhal de ouro com cabo de prata. Segundo os rituais do século XX, a banda ostenta, além das três cabeças, nove rosetas vermelhas e doze lágrimas de prata.
11 - Sublime Cavaleiro Eleito - Avental branco debruado de preto, com orla decorativa também a preto; no meio, uma algibeira tendo pintada ou bordada uma cruz vermelha; abeta debruada e orlada de preto. Banda preta, colocada a tiracolo, da esquerda para a direita, tendo bordada a prata a divisa "VICERE AUT MORI"; a jóia, pendente da extremidade inferior da banda é um punhal de ouro com lâmina de prata. Nos rituais do século XX permite-se a substituição da divisa por "três corações inflamados", bordados.
12 - Grande Mestre Arquitecto - Avental branco, debruado e orlado de azul, com uma algibeira ao meio, também orlada da mesma cor, abeta debruada de azul. Banda azul a tiracolo, da direita para a esquerda; tem suspensa, na sua extremidade inferior, a jóia, que é uma chapa quadrada com inscrições alusivas ao grau.
13 - Real Arco - Banda escarlate, da direita para a esquerda, de cuja extremidade inferior pende a jóia, um triângulo ou uma medalha de ouro com inscrições alusivas ao grau. Nos rituais do século XX usa-se, além da banda - convertida em fita posta ao pescoço - , um avental branco orlado de escarlate.
14 - Grande Escocês - Avental branco, debruado de carmesim e orlado com um folho da mesma cor; no meio, está pintada ou bordada, também a carmesim, uma pedra quadrada com um anel ao centro. Fita de igual cor ao pescoço, tendo pendente a jóia que é um compasso de ouro aberto em cima de um quarto de círculo. Nos rituais do século XX, o avental é orlado com um folho azul, em vez de carmesim.
15 - Cavaleiro do Oriente ou da Espada - Avental branco, debruado de verde; no meio, acham-se bordados três cepos de carvalho formando um triângulo, no centro do qual estão inscritas as iniciais "L.•. D.•. P.•."; na abeta, pintada ou bordada, vé-se uma cabeça ensaguentada entre duas espadas cruzadas. Banda verde-mar a tiracolo, da direita para a esquerda, tendo bordados ossos, membros, cabeças, espadas inteiras e espadas partidas, bem como uma ponte com as iniciais acima referidas; da banda pende a jóia, que é uma pequena espada. Nos rituais do século XX, o triângulo de cepos de carvalho é substituído por três triângulos entrelaçados, sendo os lados formados por pequenos triângulos.
16 - Príncipe de Jerusalém - Avental vermelho debruado de amarelo claro; facultativamente, pode pintar-se no meio uma imagem do templo de Salomão, ladeado por: um esqueadro, um compasso, um escudo, um delta flamejante e o braço da justiça. Ao pescoço, escapulário azul debruado de amarelo e bordado a ouro, com uma balança, o braço da justiça, um punhal, cinco estrelas e duas coroas; dele pende a jóia, que é uma medalha de ouro tendo gravadas, no anverso, uma mão sustentando uma balança e, no reverso, uma espada de dois gumes e cinco estrelas. Luvas vermelhas. Nos rituais modernos, tal como no texto do ritual de 1841-42, a cor do escapulário é avermelhada ("cor de aurora"), em vez de azul.
17 - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente - Avental amarelo debruado de vermelho. Banda branca, a tiracolo, da direita para a esquerda. Ao pescoço, fita preta tendo pendente a jóia, um heptágono parcialmente de ouro e parcialmente de prata ou de madrepérola, com inscrições alusivas ao grau.
18 - Soberano Príncipe Rosa-Cruz - Avental amarelo debruado de escarlate, tendo ao meio três círculos e três quadrados concêntricos, com três triângulos também concêntricos inscritos no círculo mais pequeno; na abeta, borda-se um "J" a ouro (embora na gravura pareça vermelho). Ao pescoço, fita metade verde (a da direita), liga escarlate com a legenda "VIRTUDE E SILÊNCIO". As insígnias modernas são bastante diferentes destas, baseando-se essencialmente a sua simbologia no pelicano alimentando os sete filhos com a carne do peito e na cruz com a rosa mística.
19 - Grande Pontífice - Banda carmesim orlada de branco, posta a tiracolo, da direita para a esquerda; bordadas, doze estrelas de ouro, bem como as palavras "Alpha" à frente e "Omega" atrás. Da banda pende a jóia, em forma de quadrado, tendo gravadas letras alusivas ao grau. Toga branca e fita azul com doze estrelas de ouro cingindo a testa. Nos rituais modernos, a toga e a fita da cabeça estão omitidas, surgindo, em compensação, um avental branco com decorações alusivas ao grau.
20 - Venerável Mestre de todas as Lojas - Avental azul orlado de amarelo, com abeta amarela; pintado ou bordado a ouro, no meio, um triângulo com a letra "R" inscrita; da fita que ata o avental pendem dois cordões amarelos franjados. Escapulário azul e amarelo estando, na parte da frente, o azul em cima e o amarelo em baixo e, na parte de trás, o amarelo em cima e o azul em baixo. A jóia, que pende do escapulário, é um triângulo de ouro com a letra "R".
21 - Cavaleiro Prussiano ou Noaquista (também grafado "Noaquita") - Avental amarelo. Banda preta, posta a tiracolo, da direita para a esquerda, tendo pendente, da extremidade inferior, a jóia, que é um triângulo equilátero de ouro atravessado por uma flecha com a ponta virada para baixo. Luvas amarelas.
22 - Real machado - Avental de pele branca, debruado de vermelho e atado com fita vermelha; pintadas, uma mesa redonda com desenhos e plantas de edifícios em cima, tendo por baixo três figuras, uma derrubando uma árvore, outra cortando os ramos da árvore derrubada, e a terceira afeiçoando a madeira; na abeta, um olhos bordado a ouro. Ao pescoço, fita larga cor de fogo, tendo pendente a jóia, que é um machado de ouro com cabo terminado em borma de coroa e, gravadas, letras alusivas ao grau. Nos rituais modernos, omitem-se as três figuras do avental e muda-se para as cores do arco-íris a cor da fita.
23 - Chefe do Tabernáculo - Faixa escarlate à cintura, com franja de ouro pendente do lado direito. A jóia, pendente da faixa, é um turíbulo suspenso por roseta preta. Toga branca. Nos rituais modernos, acrescentam-se um avental escarlate, orlado de amarelo e uma fita da mesma cor, ao pescoço.
24 - Príncipe do Tabernáculo - Avental branco debruado de cor de fogo, tendo no meio uma esfera de ouro. Banda da mesma cor com a esfera ao meio, posta a tiracolo, da direita para a esquerda. Facultativamente, usa-se uma toga azul semeada de estrelas de ouro, com gola guarnecida de "raios de garça de oiro de maneira que formem uma espécie de resplendor por detrás da cabeça". Fita azul com estrelas de ouro cingindo a testa. Nos rituais modernos surgem variantes: escarlate em vez de cor de fogo; fita ao pescoço em vez de banda; triângulo luminoso em vez de esfera; murça azul e manto cor de ouro.
25 - Cavaleiro da Serpente de Bronze - Fita vermelha ao pescoço, com a divisa "VIRTUDE E CORAGEM"; pendente da sua extremidade, a jóia, que é uma serpente enroscada numa vara terminando em "T". Nos rituais modernos, acrescenta-se um avental brando, orlado de escarlate.
26 - Príncipe da Mercê (também grafado "Merci" ou "Mercy") - Avental escarlate, no meio do qual está pintado um triângulo, metade verde e metade branco. Ao pescoço, fita tricolor, vermelha, branca e verde, em faixas paralelas, estando o verde em baixo; dela pende a jóia, que é um triângulo equilátero de ouro.
27 - Grande Comendador do Templo - Avental vermelho forrado e debruado de preto; no meio, tem, a preto, uma cruz teutónica rodeada por uma coroa de louro; na abeta, e na mesma cor, uma chave. Ao pescoço, fita branca com risca vermelha perto de cada borda, semeada de cruzes duplas vermelhas; dela pende a jóia, um triângulo equilátero de ouro. Nos rituais modernos, como aliás na própria descrição escrita de 1841-42, a cruz do avental coloca-se na abeta, juntamente com a chave; há ainda outras variantes, de menos importância.
28 - Cavaleiro do Sol - Avental de pele "parda", debruado de preto. Ao pescoço, fira de moirée branco, tendo na ponta, bordado ou pintado, um olho a ouro; a jóia, pendente da fita, é um triângulo radiante de ouro, com um ohos no meio. Túnica curta azul celeste. Barrete de seda azul, bordado a ouro, ou fita amarela cingindo a testa. Nos rituais modernos suprime-se o avental.
29 - Grande Escocês de Santo André - Banda de moirée carmesim, posta a tiracolo, da esquerda para a direita; dela pende a jóia alusiva ao grua. Toga vermelha com cinta de seda branca, franjada a ouro. Nos rituais modernos há variantes; acrescenta-se um avental branco orlado de verde com franjas de ouro, permite-se a substituição da banda por uma fita ao pescoço e conhecem-se dois tipos de jóia, consoante se use banda ou fita.
30 - Grande Eleito Cavaleiro Kadosch (também grafado "Kadosh" e "Kadesh") - Avental branco debruado de vermelho com a cruz teutónica no centro. Banda preta, orlada de prata, posta a tiracolo da esquerda para a direita, tendo bordados, a ouro uma cruz teutónica e duas espadas entrelaçadas, e a prata uma águia bicéfala (com coroa e segurando uma espada, ambas a ouro), as iniciais "C.•. K.•. S.•." e uma caveira com dois ossos entrecruzados; laço e franja de prata na extremidade inferior; desta pende também a jóia, que é um punhal de prata com cabo de ouro. Cinta vermelha. Usa-se igualmente, em alternativa às anteriores insígnias, uma túnica branca aberta dos dois lados, debruada de preto; no peito e nas costas, leva uma grande cruz teutónica, a vermelho. Cinta preta franjada de prata, de que pende a jóia, um punhal com cabo de marfim e ébano. Chapéu com abas abatidas, tendo na frente um sol com raios de ouro e fundo de prata, no meio do qual se acha um pequeno olho; aos lados do sol, as letras "N" e "A". Nos rituais modernos suprime-se geralmente o avental e surgem alterações de somenos importância. Também se não faz uso da túnica nem do chapéu.
31 - Grande Juiz Soberano Comendador - Avental branco debruado de prata com a cruz teutónica no meio, também de prata, e o número "31" bordado a vermelho, na abeta. Ao pescoço, fita de moirée branca, tendo na ponta um triângulo radiante de pode ser suprimido nas sessouro õNos rituais modernos acrescentacom o número "31" bordado a vermelho. O avental es de loja de grau inferior. -se a jóia, pendente da fita, que é uma cruz teutónica.
32 - Sublime Príncipe do Real Segredo - Ao pescoço, fita preta orlada de prata e forrada de vermelho, com uma cruz teutónica na ponta, bordada a vermelho, onde se desenha uma águia bicéfala de prata; no reverso da fita borda-se outra cruz teutónica, a preto; a jóia, pendente da fita, é uma cruz teutónica de ouro esmaltada de vermelho, com o número "32" no centro. Usa-se também, em alternativa, uma túnica branca com cinta negra franjada de prata, e um manto vermelho no qual se borda uma cruz teutónica branca; no peito da túnica borda-se outra cruz teutónica, vermelha. Chapéu semelhante ao do grau 30, preto com uma águia bicéfala a ouro. Nos rituais modernos, para lá de se omitir a túnica, o manto e o chapéu, acrescenta-se uma cinta preta franjada de prata, com a cruz teutónica pendente.
33 - Soberano Grande Inspector Geral - Avental branco, orlado de folho vermelho, tendo bordada no meio uma águia bicéfala de ouro, coroada e sobreposta por cinco bandeiras; na abeta borda-se uma cruz teutónica a vermelho e ouro. Banda de moirée branca, posta a tiracolo, da direita para a esquerda; tem bordados, a ouro e vermelho, a águia bicéfala coroada, um triângulo radiante tendo no centro o número "33" e duas bandeiras cruzadas e sobrepostas por uma coroa; franja de ouro. Cinta de moirée branco, franjada de ouro, com uma cruz teutónica a vermelho e ouro no centro. Ao pescoço, fita estreita branca, tendo pendente a jóia, que é uma águia bicéfala preta coroada, com bico, unhas e espada nas garras a ouro. Usa-se em alternativa, para ocasiões solenes, uma túnica vermelha orlada de ouro, banda e cinta como as anteriormente descritas, e manto brando orlado e bordado de ouro, com uma cruz teutónica vermelha. Na cabeça coroa aberta. Nos rituais modernos, para além de se omitir o traje de cerimónia, suprime-se o avental.
Graças ao prestígio que tem desfrutado em todos os períodos de sua história, a Ordem Maçônica tem sido sempre um imã que atrai numerosos candidatos à Iniciação.
Aos não-Maçons, denominados "profanos" (em Maçonaria aquele que não foi Iniciado Maçom), oferecemos uma idéia mais ou menos aproximada, desta grande Instituição e, principalmente, aos que nela pretendem ingressar. Objetivamos proporcionar-lhes uma antevisão do terreno em que poderão vir a pisar e da trilha que, obviamente, terão de seguir.
Objetivo da Maçonaria - O objetivo inicial da Maçonaria tem sido o de tornar a Fraternidade Maçônica "um centro de União e o meio de conciliar, por uma amizade sincera, pessoas que, sem ela, não se conheceriam".
Um escritor francês, em poucas palavras, descreve esta faceta, aliás, a mais importante da Maçonaria: "Durante muito tempo ainda, haverá lugar para uma instituição dizendo aos homens: nada quero ter em comum com vossas desavenças, aos que virão a mim ensinarei o bom senso e a moderação, nas horas que passarão em meus templos, obrigá-los-ei a calar as suas dissensões e a se tratarem como Irmãos. E na plenitude de sua liberdade!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O PODER DA PALAVRA
O PODER DA PALAVRA
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).No tribunal, o caluniador disse ao juiz: - comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu: - Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã, volte para ouvir a sentença! O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: - Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem! - Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão! Ao que o juiz respondeu: - Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada! Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras. Moral da História: No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se! Quem ama não vê defeitos. Quem odeia não vê qualidades e quem é amigo vê as duas coisas!
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).No tribunal, o caluniador disse ao juiz: - comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu: - Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã, volte para ouvir a sentença! O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: - Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem! - Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão! Ao que o juiz respondeu: - Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada! Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras. Moral da História: No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se! Quem ama não vê defeitos. Quem odeia não vê qualidades e quem é amigo vê as duas coisas!
domingo, 24 de outubro de 2010
O CAMINHO DO ESQUADRO...
A CHAVE DA FELICIDADE
Se a felicidade tem uma chave, a pessoa ou o ser que a criou escondeu muito bem escondida, ou essa tal chave não existe.
Amigos, não se iludam, a felicidade está em nós mesmos, não a procurem em lugar algum, ela só existe dentro de cada um de nós.
Mas não se aflijam porque a felicidade é diferente para cada um de nós. A sua felicidade não é igual a do outro. Cada um tem que buscar a sua própria felicidade.
Não pensem que a felicidade é ter bens materiais, porque os maiores bens são os espirituais.
Reflitam bem, vejam se essa sua felicidade não é passageira, se você não está criando uma falsa felicidade.
Amem e sejam amados, tenham amigos verdadeiros, não aqueles que só estão próximos por causa de sua felicidade material.
Estes são os maiores bens que podem levar consigo para a eternidade.
Desculpem-me se não fui claro o bastante. E quero dizer que estou muito feliz por estar aqui com vocês.
________________________________________
AFLIÇÃO COMO LIÇÃO
Hoje você sofre, chora, lamenta...
Ontem você pediu essa tarefa que sente pesada demais para o seu ombro franzino.
Chora tanto!
Não percebe o quanto tem perdido do seu precioso tempo, quando pára para reclamar das suas aflições?
Não sabe que a Terra é um planeta de provas e expiações?
Exercite o amor, a caridade. Faça o bem incondicionalmente.
Busque mais consolar que ser consolado. Acenda a luz do seu próximo através das suas obras.
Deixe as palavras de lado, às vezes elas mais atrapalham do que ajudam. Busque a paz da consciência tranqüila, ao terminar seu dia e perceber que procurou mais consolar do que ser consolado.
O amor, a paz, o equilíbrio e harmonia vêm em doses homeopáticas, quando aprendemos a enxergar nas aflições da vida uma força maior para o nosso progresso espiritual. Cultive o amor em seu coração para poder suportar com mais firmeza as dores e quedas da caminhada.
Ninguém está só, todos nós, por mais imperfeitos que sejamos, temos a nossa proteção.
Um grande abraço
________________________________________
EIS O PROJETO DO PAI
Já lhes foi dito que fazem par
te de um Universo criador, de um "todo" muito maior e complexo do que este mundo conhecido e vivido neste momento de suas vidas.
É uma idéia que todos têm em si mesmos, mesmo que isto não lhes ocupe o pensamento e a reflexão nesse dia-a-dia aflito, tomado de movimentos, atividades, buscas, compromissos, situações que envolvem e exigem toda a energia que vocês têm.
Porém, digo-lhes que se a esta reflexão fossem dados alguns instantes dos seus dias, muitas dessas situações seriam muito mais tranqüilamente enfrentadas e administradas, muitas dessas buscas se tornariam mais produtivas e amenas, muitos desses movimentos seriam menos nervosos, ansiosos e estressantes.
Cada passo e movimento de todo ser vivo deste Universo demanda a movimentação das energias que o formam, "forças" intuitivas, vibrações que o alimentam e existem para fortalecê-lo.
E todos os seres existentes são energia também e, são receptáculos de toda a intenção de amor e criatividade da "Força Maior" que os criou.
Homens, filhos amados e criados para serem felizes e perfeitos, são depositários de todo bem e de toda luz que ilumina este Universo, existem em vocês uma partícula de toda força que rege todos os astros e toda a inteligência desconhecida na sua totalidade.
Distanciam-se de todo o auxílio que tantas vezes pedem, quando restringem seus pensamentos e potencialidades à resolução dos problemas que criam para si mesmos. Ao envolverem-se totalmente resumem toda a sua energia no caminhar em círculos em torno de suas aflições e não permitem que sua capacidade de liberdade e força se realize. Comprimem-se fechando todas as portas de acesso à sua essência perfeita e sua fé interior. Aproximam-se, nesses momentos, de energias e pensamentos que se refletem na sua confusão interna e estes nada podem acrescentar e auxiliar na sua necessidade de harmonia e equilíbrio.
Procurem conhecer suas energias de forma mais lúcida, mais "limpa", mais serena. Reencontrem-se com sua essência perfeita, forte, capacitada pelo amor, que é a energia propulsora de todo bem e de toda evolução.
Reflitam sobre suas mazelas, porém, sempre cientes de que nada pode ser maior do que a sua capacidade de trabalho e solução. Nenhum projeto foi dirigido a vocês sem que tenham os instrumentos para realizá-los. Porém, se não houver vontade, confiança e conhecimento, tais instrumentos nada farão por si mesmos, necessitam da ação inteligente de um ser privilegiado.
Ser que ao ignorar sua procedência deixa tais instrumentos na inércia e desperdiçam grande oportunidade, e no ponto máximo de tal desperdício desistem de terminar a caminhada assumida.
Eis um processo complexo, e não tenho a pretensão de que possa elucidar todas as dúvidas; tenho a intenção apenas de mostrar-lhes quão importante é a reflexão, a busca do conhecimento do que são, de saberem que têm a auxiliá-los todas as forças e todo querer do Universo formado por energias que fazem parte de vocês também. Não desanimem nunca, não desistam jamais, não desperdicem suas forças deixando-se envolverem pelas energias pesadas da angústia e do desespero. Acreditem em si mesmos!
Este é o projeto do Pai para todos!
HORA DE DESPERTAR
Para que aparemos nossas arestas, no burilamento constante de nossa jornada evolutiva, são necessários, às vezes, golpes pesados para que sejam derrubadas as formas cristalizadas de pensamentos e condutas.
Tendemos a nos voltar constantemente para o outro, a perceber o outro, interferirmos na vida do outro, esquecendo-nos na maioria das vezes, de olharmos para nós mesmos. Julgar o outro, corrigir o outro, apontar o defeito do outro, nos fazem pensar que, desta forma, estamos cumprindo o grandioso papel de benevolentes, desapegados e misericordiosos.
No entanto, neste gesto ocultamo-nos de maneira covarde. E mal temos coragem de espiar para nós mesmos.
É mais fácil indicar caminhos do que caminhar.
É mais fácil propor soluções do que solucionar.
É mais fácil mandar fazer do que colocar mãos à obra.
É mais fácil olhar, julgar, corrigir o próximo do que a nós mesmos.
Como está sua vida?
Tem vivido feliz?
É produtivo?
O que tem feito por você mesmo?
Já refletiu sobre os seus gestos?
Já julgou-os e buscou corrigi-los? Tentou renovar, evoluir, crescer, ampliar seus horizontes?
Você tem a coragem que pede aos outros que tenham?
Ora, amigos, é hora de despertar e olhar em volta. O mundo todo grita por mudança, as coisas evoluem
e você ainda, andando em círculos, olhando para os seus próprios pés...
Acorde, desperte, já é tempo! Comece despertando para si próprio. Aceita-se, acolha-se, respeite-se, ame a si mesmo para que possa, só então, amar ao próximo.
SOLIDÃO
Solitários... quantas vezes nos sentimos solitários, isolados do mundo...
A solidão, se bem compreendida, é um estado de alma positivo. Ser solitário, é próprio daqueles que ainda não sabem desfrutar os momentos de tranqüilidade, os momentos preciosos de buscar compreender-se e conhecer a si mesmos.
Via de regra, quando sentimos solidão, nos parece que a vida está criando situações, as quais não nos permitimos enfrentar, acreditando que não nascemos para nos sentirmos assim, isolados.
O nosso apego à materialidade, nos torna vazios de sentimentos mais elevados, incapazes de darmos um passo em direção ao nosso próprio crescimento.
Quanta falta de imaginação e objetivo permeiam nestas atitudes! A solidão, quando bem compreendida, é uma forte aliada para nos ajudar em nossas dificuldades, sejam elas quais forem.
Não temam a solidão, pois como já lhes disse, ela faz parte de um aprendizado, basta tentar aliar-se a ela.
Na verdade, quantas vezes nos sentimos sós, mesmo estando no meio da multidão...
Insisto: aprendam a entender a solidão e observem o quanto isso os tornará mais receptivos e intuitivos.
SORRIR E CHORAR
Será que ao sorrirmos estamos procurando demonstrar felicidade?
Será que ao chorarmos estaremos mostrando ao mundo a nossa tristeza?
Há muita incoerência entre o sorriso feliz e a lágrima de tristeza.
Quantas vezes, no decorrer de nossas vidas, somos forçados a sorrir quando o nosso íntimo está triste e abatido pelo sofrimento?
Quantas vezes choramos de alegria por mais uma conquista, por mais uma vitória sobre nós mesmos?
Por isso, aprendam a entender e respeitar tanto um sorriso como uma lágrima. Nós jamais saberemos o que realmente está oculto atrás dessas demonstrações, sejam de alegria ou sejam de tristeza.
Busquemos compreender melhor os seres humanos. A vida nos oferece muitas facetas que nos levam a atitudes exatamente contrárias àquilo que estamos sentindo...
Não é fácil ocultar o nosso desespero, a nossa angústia por detrás de sorriso que em nada corresponde aos nossos verdadeiros sentimentos...
Assim como é difícil fazer entender que, muitas vezes, no decorrer de nossas vidas, nós choramos de alegria. Felicidade muitas vezes eleva de tal maneira nossa emoção que não conseguimos controlar as lágrimas que rolam dos nossos olhos...
Essas demonstrações são necessárias, elas nos ajudam a liberar nossas fraquezas até conseguirmos atingir um nível emocional mais compatível com o caminho evolutivo que devemos percorrer.
________________________________________
ENTENDER
Sentimo-nos diminuídos em certas ocasiões, ou por não estarmos bem ou por não nos colocarmos em sintonia maior.
Quando nos deparamos com situações incompreensíveis, não sejamos pessimistas, mas sim, otimistas em relação aos acontecimentos.
Busque, incessantemente, no mais fundo de seu interior, a compreensão. Assim poderá, com a sua intuição, tentar sanar este mal-estar súbito.
Como sabemos, tudo tem uma ação e uma reação.
Procurem olhar as situações de extrema dificuldade como grandes aprendizados. Temos situações que podemos mudar, que podemos transformar e outras que, querendo ou não, teremos de passar.
Sejamos racionais, estejamos preparados para o porvir, sem desânimos nem discórdias, mas tolerantes com o próximo para que consigam ultrapassar suas barreiras.
Lutem por vocês.
DÚVIDAS
Tens duvidado muito de ti e do trabalho que realizas.
Pedes proteção e amparo e esqueces do maior meio de sintonização espiritual: a fé e a coragem.
Vieste ao mundo com um propósito divino, como todos. Bem sabes que todos somos aprendizes independentemente do grau de evolução em que nos encontramos, e no entanto questionas, lamentas, falas, duvidas e até dizes coisas que denotam tua imaturidade espiritual.
As chances vão diminuindo a cada encarnação. Tenha consciência de que é preciso muita coragem para ser bom, caridoso e fiel aos ensinamentos já adquiridos.
A ti não devem importar os comentários alheios ou as críticas. Aceite todos com humildade.
Nasceste com um propósito divino, que é só teu e se não der conta dele, somente a ti será cobrado.
Os outros são os outros, e teu crescimento é individual.
Vivemos numa sociedade na qual precisamos um do outro para sobrevivermos e, principalmente, crescermos e aprendermos.
Sejamos unidos como irmãos e não dependentes, pois somos únicos.
Enquanto continuares com a idéia de que precisas só dos outros para crescer, nunca irás aprender o verdadeiro sentido da vida e da tua obrigação aqui. Conviver como irmão não significa apego ou dependência. Isso é egoísmo e falta de senso.
Liberte-se do medo e enfrente a vida, enfrente os problemas e logo verás que nada há que não possas mudar.
Tudo depende de nós, da nossa fé, da nossa garra e perseverança.
Cuida mais de ti, observa melhor a tua conduta diante dos obstáculos e verás a solução fluir através da intuição.
T.'.F.'.A.'.
Se a felicidade tem uma chave, a pessoa ou o ser que a criou escondeu muito bem escondida, ou essa tal chave não existe.
Amigos, não se iludam, a felicidade está em nós mesmos, não a procurem em lugar algum, ela só existe dentro de cada um de nós.
Mas não se aflijam porque a felicidade é diferente para cada um de nós. A sua felicidade não é igual a do outro. Cada um tem que buscar a sua própria felicidade.
Não pensem que a felicidade é ter bens materiais, porque os maiores bens são os espirituais.
Reflitam bem, vejam se essa sua felicidade não é passageira, se você não está criando uma falsa felicidade.
Amem e sejam amados, tenham amigos verdadeiros, não aqueles que só estão próximos por causa de sua felicidade material.
Estes são os maiores bens que podem levar consigo para a eternidade.
Desculpem-me se não fui claro o bastante. E quero dizer que estou muito feliz por estar aqui com vocês.
________________________________________
AFLIÇÃO COMO LIÇÃO
Hoje você sofre, chora, lamenta...
Ontem você pediu essa tarefa que sente pesada demais para o seu ombro franzino.
Chora tanto!
Não percebe o quanto tem perdido do seu precioso tempo, quando pára para reclamar das suas aflições?
Não sabe que a Terra é um planeta de provas e expiações?
Exercite o amor, a caridade. Faça o bem incondicionalmente.
Busque mais consolar que ser consolado. Acenda a luz do seu próximo através das suas obras.
Deixe as palavras de lado, às vezes elas mais atrapalham do que ajudam. Busque a paz da consciência tranqüila, ao terminar seu dia e perceber que procurou mais consolar do que ser consolado.
O amor, a paz, o equilíbrio e harmonia vêm em doses homeopáticas, quando aprendemos a enxergar nas aflições da vida uma força maior para o nosso progresso espiritual. Cultive o amor em seu coração para poder suportar com mais firmeza as dores e quedas da caminhada.
Ninguém está só, todos nós, por mais imperfeitos que sejamos, temos a nossa proteção.
Um grande abraço
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EIS O PROJETO DO PAI
Já lhes foi dito que fazem par
te de um Universo criador, de um "todo" muito maior e complexo do que este mundo conhecido e vivido neste momento de suas vidas.
É uma idéia que todos têm em si mesmos, mesmo que isto não lhes ocupe o pensamento e a reflexão nesse dia-a-dia aflito, tomado de movimentos, atividades, buscas, compromissos, situações que envolvem e exigem toda a energia que vocês têm.
Porém, digo-lhes que se a esta reflexão fossem dados alguns instantes dos seus dias, muitas dessas situações seriam muito mais tranqüilamente enfrentadas e administradas, muitas dessas buscas se tornariam mais produtivas e amenas, muitos desses movimentos seriam menos nervosos, ansiosos e estressantes.
Cada passo e movimento de todo ser vivo deste Universo demanda a movimentação das energias que o formam, "forças" intuitivas, vibrações que o alimentam e existem para fortalecê-lo.
E todos os seres existentes são energia também e, são receptáculos de toda a intenção de amor e criatividade da "Força Maior" que os criou.
Homens, filhos amados e criados para serem felizes e perfeitos, são depositários de todo bem e de toda luz que ilumina este Universo, existem em vocês uma partícula de toda força que rege todos os astros e toda a inteligência desconhecida na sua totalidade.
Distanciam-se de todo o auxílio que tantas vezes pedem, quando restringem seus pensamentos e potencialidades à resolução dos problemas que criam para si mesmos. Ao envolverem-se totalmente resumem toda a sua energia no caminhar em círculos em torno de suas aflições e não permitem que sua capacidade de liberdade e força se realize. Comprimem-se fechando todas as portas de acesso à sua essência perfeita e sua fé interior. Aproximam-se, nesses momentos, de energias e pensamentos que se refletem na sua confusão interna e estes nada podem acrescentar e auxiliar na sua necessidade de harmonia e equilíbrio.
Procurem conhecer suas energias de forma mais lúcida, mais "limpa", mais serena. Reencontrem-se com sua essência perfeita, forte, capacitada pelo amor, que é a energia propulsora de todo bem e de toda evolução.
Reflitam sobre suas mazelas, porém, sempre cientes de que nada pode ser maior do que a sua capacidade de trabalho e solução. Nenhum projeto foi dirigido a vocês sem que tenham os instrumentos para realizá-los. Porém, se não houver vontade, confiança e conhecimento, tais instrumentos nada farão por si mesmos, necessitam da ação inteligente de um ser privilegiado.
Ser que ao ignorar sua procedência deixa tais instrumentos na inércia e desperdiçam grande oportunidade, e no ponto máximo de tal desperdício desistem de terminar a caminhada assumida.
Eis um processo complexo, e não tenho a pretensão de que possa elucidar todas as dúvidas; tenho a intenção apenas de mostrar-lhes quão importante é a reflexão, a busca do conhecimento do que são, de saberem que têm a auxiliá-los todas as forças e todo querer do Universo formado por energias que fazem parte de vocês também. Não desanimem nunca, não desistam jamais, não desperdicem suas forças deixando-se envolverem pelas energias pesadas da angústia e do desespero. Acreditem em si mesmos!
Este é o projeto do Pai para todos!
HORA DE DESPERTAR
Para que aparemos nossas arestas, no burilamento constante de nossa jornada evolutiva, são necessários, às vezes, golpes pesados para que sejam derrubadas as formas cristalizadas de pensamentos e condutas.
Tendemos a nos voltar constantemente para o outro, a perceber o outro, interferirmos na vida do outro, esquecendo-nos na maioria das vezes, de olharmos para nós mesmos. Julgar o outro, corrigir o outro, apontar o defeito do outro, nos fazem pensar que, desta forma, estamos cumprindo o grandioso papel de benevolentes, desapegados e misericordiosos.
No entanto, neste gesto ocultamo-nos de maneira covarde. E mal temos coragem de espiar para nós mesmos.
É mais fácil indicar caminhos do que caminhar.
É mais fácil propor soluções do que solucionar.
É mais fácil mandar fazer do que colocar mãos à obra.
É mais fácil olhar, julgar, corrigir o próximo do que a nós mesmos.
Como está sua vida?
Tem vivido feliz?
É produtivo?
O que tem feito por você mesmo?
Já refletiu sobre os seus gestos?
Já julgou-os e buscou corrigi-los? Tentou renovar, evoluir, crescer, ampliar seus horizontes?
Você tem a coragem que pede aos outros que tenham?
Ora, amigos, é hora de despertar e olhar em volta. O mundo todo grita por mudança, as coisas evoluem
e você ainda, andando em círculos, olhando para os seus próprios pés...
Acorde, desperte, já é tempo! Comece despertando para si próprio. Aceita-se, acolha-se, respeite-se, ame a si mesmo para que possa, só então, amar ao próximo.
SOLIDÃO
Solitários... quantas vezes nos sentimos solitários, isolados do mundo...
A solidão, se bem compreendida, é um estado de alma positivo. Ser solitário, é próprio daqueles que ainda não sabem desfrutar os momentos de tranqüilidade, os momentos preciosos de buscar compreender-se e conhecer a si mesmos.
Via de regra, quando sentimos solidão, nos parece que a vida está criando situações, as quais não nos permitimos enfrentar, acreditando que não nascemos para nos sentirmos assim, isolados.
O nosso apego à materialidade, nos torna vazios de sentimentos mais elevados, incapazes de darmos um passo em direção ao nosso próprio crescimento.
Quanta falta de imaginação e objetivo permeiam nestas atitudes! A solidão, quando bem compreendida, é uma forte aliada para nos ajudar em nossas dificuldades, sejam elas quais forem.
Não temam a solidão, pois como já lhes disse, ela faz parte de um aprendizado, basta tentar aliar-se a ela.
Na verdade, quantas vezes nos sentimos sós, mesmo estando no meio da multidão...
Insisto: aprendam a entender a solidão e observem o quanto isso os tornará mais receptivos e intuitivos.
SORRIR E CHORAR
Será que ao sorrirmos estamos procurando demonstrar felicidade?
Será que ao chorarmos estaremos mostrando ao mundo a nossa tristeza?
Há muita incoerência entre o sorriso feliz e a lágrima de tristeza.
Quantas vezes, no decorrer de nossas vidas, somos forçados a sorrir quando o nosso íntimo está triste e abatido pelo sofrimento?
Quantas vezes choramos de alegria por mais uma conquista, por mais uma vitória sobre nós mesmos?
Por isso, aprendam a entender e respeitar tanto um sorriso como uma lágrima. Nós jamais saberemos o que realmente está oculto atrás dessas demonstrações, sejam de alegria ou sejam de tristeza.
Busquemos compreender melhor os seres humanos. A vida nos oferece muitas facetas que nos levam a atitudes exatamente contrárias àquilo que estamos sentindo...
Não é fácil ocultar o nosso desespero, a nossa angústia por detrás de sorriso que em nada corresponde aos nossos verdadeiros sentimentos...
Assim como é difícil fazer entender que, muitas vezes, no decorrer de nossas vidas, nós choramos de alegria. Felicidade muitas vezes eleva de tal maneira nossa emoção que não conseguimos controlar as lágrimas que rolam dos nossos olhos...
Essas demonstrações são necessárias, elas nos ajudam a liberar nossas fraquezas até conseguirmos atingir um nível emocional mais compatível com o caminho evolutivo que devemos percorrer.
________________________________________
ENTENDER
Sentimo-nos diminuídos em certas ocasiões, ou por não estarmos bem ou por não nos colocarmos em sintonia maior.
Quando nos deparamos com situações incompreensíveis, não sejamos pessimistas, mas sim, otimistas em relação aos acontecimentos.
Busque, incessantemente, no mais fundo de seu interior, a compreensão. Assim poderá, com a sua intuição, tentar sanar este mal-estar súbito.
Como sabemos, tudo tem uma ação e uma reação.
Procurem olhar as situações de extrema dificuldade como grandes aprendizados. Temos situações que podemos mudar, que podemos transformar e outras que, querendo ou não, teremos de passar.
Sejamos racionais, estejamos preparados para o porvir, sem desânimos nem discórdias, mas tolerantes com o próximo para que consigam ultrapassar suas barreiras.
Lutem por vocês.
DÚVIDAS
Tens duvidado muito de ti e do trabalho que realizas.
Pedes proteção e amparo e esqueces do maior meio de sintonização espiritual: a fé e a coragem.
Vieste ao mundo com um propósito divino, como todos. Bem sabes que todos somos aprendizes independentemente do grau de evolução em que nos encontramos, e no entanto questionas, lamentas, falas, duvidas e até dizes coisas que denotam tua imaturidade espiritual.
As chances vão diminuindo a cada encarnação. Tenha consciência de que é preciso muita coragem para ser bom, caridoso e fiel aos ensinamentos já adquiridos.
A ti não devem importar os comentários alheios ou as críticas. Aceite todos com humildade.
Nasceste com um propósito divino, que é só teu e se não der conta dele, somente a ti será cobrado.
Os outros são os outros, e teu crescimento é individual.
Vivemos numa sociedade na qual precisamos um do outro para sobrevivermos e, principalmente, crescermos e aprendermos.
Sejamos unidos como irmãos e não dependentes, pois somos únicos.
Enquanto continuares com a idéia de que precisas só dos outros para crescer, nunca irás aprender o verdadeiro sentido da vida e da tua obrigação aqui. Conviver como irmão não significa apego ou dependência. Isso é egoísmo e falta de senso.
Liberte-se do medo e enfrente a vida, enfrente os problemas e logo verás que nada há que não possas mudar.
Tudo depende de nós, da nossa fé, da nossa garra e perseverança.
Cuida mais de ti, observa melhor a tua conduta diante dos obstáculos e verás a solução fluir através da intuição.
T.'.F.'.A.'.
O PERGAMINHO DA SABEDORIA
Sei que na minha caminhada tem um destino e uma direção, por isso devo medir meus passos, prestar atenção no que faço e no que fazem os que por mim também passam ou pelos quais passo eu...
Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo...
Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...
É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre de que existem os que choram, que, assim, meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem: por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar, que eu não me deixe dominar pela desesperança, mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela, que me iguala, que torna todos os homens iguais...
Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil, e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e, assim, não temer o vento
e o frio, a chuva e o tempo.
Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás, porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim, que ficarei no caminho sem concluí-lo...
Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite em que a caminhada será mais fácil e mais amena; quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada, que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção...
Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida, mas muito mais vazia...Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho, quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção...
Que eu não siga os que desviam, mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos...Que a pressa em chegar não me afaste da alegria de ver as flores simples que estão a beira da estrada, que eu não perturbe a caminhada de ninguém, que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes, é preciso ter-se a bravura de voltar atrás e recomeçar e tomar
outra direção...
Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas, mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam, mas que eu
vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho, que fique a lembrança
de minha queda para impedir que outros caiam no mesmo abismo...
Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante, que eu faça chegar
quem me perguntar, quem me pedir conselho, e acima de tudo, me seguir, confiando em mim!
.'.
Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo...
Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...
É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre de que existem os que choram, que, assim, meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem: por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar, que eu não me deixe dominar pela desesperança, mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela, que me iguala, que torna todos os homens iguais...
Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil, e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e, assim, não temer o vento
e o frio, a chuva e o tempo.
Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás, porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim, que ficarei no caminho sem concluí-lo...
Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite em que a caminhada será mais fácil e mais amena; quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada, que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção...
Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida, mas muito mais vazia...Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho, quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção...
Que eu não siga os que desviam, mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos...Que a pressa em chegar não me afaste da alegria de ver as flores simples que estão a beira da estrada, que eu não perturbe a caminhada de ninguém, que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes, é preciso ter-se a bravura de voltar atrás e recomeçar e tomar
outra direção...
Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas, mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam, mas que eu
vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho, que fique a lembrança
de minha queda para impedir que outros caiam no mesmo abismo...
Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante, que eu faça chegar
quem me perguntar, quem me pedir conselho, e acima de tudo, me seguir, confiando em mim!
.'.
O VERDADEIRO EXEMPLO PARA VIVER
Andar com fé é saber que cada dia é um recomeço, é ter certeza que os milagres acontecem e que os sonhos podem se realizar.
Andar com fé é saber que temos asas invisíveis, é fazer pedidos a estrelas cadentes e abrir as mãos para o céu.
Andar com fé é olhar sem temor as portas do desconhecido, ter a inocência da criança, a lealdade do cão, a beleza da mão estendida para dar e receber.
Andar com fé é usar a força e a coragem que habitam dentro de nós quando tudo parece acabado.
Andar com fé é saber que temos tudo a nosso favor, é compartilhar as bênçãos multiplicadas, é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Universo,
Andar com fé é a certeza de que o melhor sempre acontece e que tudo aquilo que almejamos está totalmente ao nosso alcance.
Basta só andar com fé!
Jamais abandone seus sonhos, eles são uma parte essencial de você.
Faça o que puder para torná-los realidade pelos caminhos que você percorre, pelos planos que você traça, em todas as coisas que você faz.
Não se prenda a erros passados. Deixe para trás o dia de ontem com todos os seus problemas, preocupações e dúvidas.
Compreenda que você não pode mudar o que passou, mas bem à sua frente está o futuro, e você pode fazer alguma coisa por ele.
Não tente realizar tudo de uma vez: a vida pode ser difícil o suficiente sem que se somem frustrações à sua lista.
Dê um passo de cada vez e atinja um ideal de cada vez também: essa é a forma de descobrir o que de fato é a realização.
Jamais tema o “impossível” mesmo que outros pensem que você não vencerá. Lembre que a história do mundo está cheia de inacreditáveis realizações daqueles que foram suficientemente “tolos”... para acreditar.
Não esqueça que há em você coisas maravilhosas, raras e únicas. E quando buscar um sorriso dentro de si, e encontrar esse sorriso, lembre-se que ele sempre será um reflexo da maneira como as pessoas se sentem em relação a você.
Se o teu caminho está coberto de pedras pontiagudas e teus pés são fortemente machucados, chora! Mas não pares de caminhar.
Crê que no final do caminho há uma estrada luminosa, cheia de placas feitas só para ti, para conduzir-te ao que há de melhor para tua vida, para o que pode estancar o teu pranto.
Grita! Se tempestades e ventos fortes te açoitam, buscando empurrar-te de volta ao ponto de partida, tentando levar-te ao desânimo ou à loucura, grita! Mas não te deixes levar.
Crê que há um momento divinamente pré-estabelecido para os ventos se acalmarem, para as tempestades cessarem e, diante da tua resistência, esse momento se antecipará e suas brisas farão com que abras um sorriso de vitória.
Revolta-te!
Se vulcões lançam lavas sobre tudo que estás construindo, sobre tudo que já ergueste com todo teu esforço, revolta-te.
Mas não pares de construir. Crê que as chamas se apagarão, o vulcão se aquietará e, ao final, não terás somente cinzas para recolher.
Blasfeme!
Se Deus parece estar surdo para o teu chamado e cego para as tuas necessidades, blasfema! Mas não percas tua fé nele. Crê que Ele é cego e surdo sim, mas só para as tuas blasfêmias.
Ele sabe que ainda não percebeste as lições embutidas em cada dificuldade que vivencias. Crê que quando venceres e aprenderes tais lições, lá estará Ele face a face contigo e orgulhoso do corajoso filho que tu és.
Chora! Grita! Revolta-te! Blasfeme!
Mas não te deixes cair na tentação de acreditar que Deus não te socorrerá.
Avança!
Ainda que seja entre prantos, gritos, revoltas, blasfêmias e avança! Crê que para Deus tu és aluno, tu és um amado filho, tu és uma pura criança.
AVANÇA!
S.'.S.'.S.'.
Andar com fé é saber que temos asas invisíveis, é fazer pedidos a estrelas cadentes e abrir as mãos para o céu.
Andar com fé é olhar sem temor as portas do desconhecido, ter a inocência da criança, a lealdade do cão, a beleza da mão estendida para dar e receber.
Andar com fé é usar a força e a coragem que habitam dentro de nós quando tudo parece acabado.
Andar com fé é saber que temos tudo a nosso favor, é compartilhar as bênçãos multiplicadas, é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Universo,
Andar com fé é a certeza de que o melhor sempre acontece e que tudo aquilo que almejamos está totalmente ao nosso alcance.
Basta só andar com fé!
Jamais abandone seus sonhos, eles são uma parte essencial de você.
Faça o que puder para torná-los realidade pelos caminhos que você percorre, pelos planos que você traça, em todas as coisas que você faz.
Não se prenda a erros passados. Deixe para trás o dia de ontem com todos os seus problemas, preocupações e dúvidas.
Compreenda que você não pode mudar o que passou, mas bem à sua frente está o futuro, e você pode fazer alguma coisa por ele.
Não tente realizar tudo de uma vez: a vida pode ser difícil o suficiente sem que se somem frustrações à sua lista.
Dê um passo de cada vez e atinja um ideal de cada vez também: essa é a forma de descobrir o que de fato é a realização.
Jamais tema o “impossível” mesmo que outros pensem que você não vencerá. Lembre que a história do mundo está cheia de inacreditáveis realizações daqueles que foram suficientemente “tolos”... para acreditar.
Não esqueça que há em você coisas maravilhosas, raras e únicas. E quando buscar um sorriso dentro de si, e encontrar esse sorriso, lembre-se que ele sempre será um reflexo da maneira como as pessoas se sentem em relação a você.
Se o teu caminho está coberto de pedras pontiagudas e teus pés são fortemente machucados, chora! Mas não pares de caminhar.
Crê que no final do caminho há uma estrada luminosa, cheia de placas feitas só para ti, para conduzir-te ao que há de melhor para tua vida, para o que pode estancar o teu pranto.
Grita! Se tempestades e ventos fortes te açoitam, buscando empurrar-te de volta ao ponto de partida, tentando levar-te ao desânimo ou à loucura, grita! Mas não te deixes levar.
Crê que há um momento divinamente pré-estabelecido para os ventos se acalmarem, para as tempestades cessarem e, diante da tua resistência, esse momento se antecipará e suas brisas farão com que abras um sorriso de vitória.
Revolta-te!
Se vulcões lançam lavas sobre tudo que estás construindo, sobre tudo que já ergueste com todo teu esforço, revolta-te.
Mas não pares de construir. Crê que as chamas se apagarão, o vulcão se aquietará e, ao final, não terás somente cinzas para recolher.
Blasfeme!
Se Deus parece estar surdo para o teu chamado e cego para as tuas necessidades, blasfema! Mas não percas tua fé nele. Crê que Ele é cego e surdo sim, mas só para as tuas blasfêmias.
Ele sabe que ainda não percebeste as lições embutidas em cada dificuldade que vivencias. Crê que quando venceres e aprenderes tais lições, lá estará Ele face a face contigo e orgulhoso do corajoso filho que tu és.
Chora! Grita! Revolta-te! Blasfeme!
Mas não te deixes cair na tentação de acreditar que Deus não te socorrerá.
Avança!
Ainda que seja entre prantos, gritos, revoltas, blasfêmias e avança! Crê que para Deus tu és aluno, tu és um amado filho, tu és uma pura criança.
AVANÇA!
S.'.S.'.S.'.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
O Perdão e o Autoperdão
O perdão na visão da Psicologia profunda é dar o direito de cada um ser como é. E também a nós o direito de sermos como somos. Se o próximo é assim, não nos cabe modificá-lo, mas se estou assim, tenho dever de modificar-me para melhor. Não posso impor-me ao outro, porque minhas palavras serão apenas propostas. Eu que estou desejando ser feliz tenho a psicologia da minha autotransformação. E nunca devolverei mal por mal; procurarei sempre retribuir o mal com o bem. Se o outro é um caluniador, não posso me permitir ser igual a ele. Toda vez que fico com raiva a pessoa está me manipulando, e eu não deixo ninguém me manipular. Não posso permitir que um desequilibrado me oriente. Sou eu a pessoa saudável; não devo dar a ele a importância que se atribui. Devo olhá-lo como um terapeuta olha um doente. Se tenho uma visão diferente da vida, e se desejo transmitir esta visão, é nobre; mas não posso esperar que o outro a acate, porque ele está em outro nível de evolução. Devo dar o direito ao outro de ser inferior, se isto lhe agrade. Se achamos que ele nos ofendeu, a nossa é uma situação simpática. Se ele nos caluniou, tanto eu como ele sabemos que é mentira dele. Se nos traiu, somos a vítima e ele sabe que é nosso algoz. Então o problema é da consciência dele. Não devemos cultivar animosidade, e sim perdoar. Não ficarmos manipulados, dominados pelo ódio, odiando também.
Esquecer é outra coisa. Na luz da Psicologia profunda o perdão não tem nada a ver com o esquecimento. Na visão espiritualista o perdão é o total esquecimento. São dois pontos diferentes. Não devolver o mal depende de mim; esquecer depende da minha memória. Muita coisa eu queria esquecer e simplesmente não esqueço. Se dou um golpe num móvel e causou uma lesão nos tecidos da mão, essa lesão só vai desaparecer com o tempo, quando o organismo se recompor. Eu posso reconhecer que não devia ter feito, mas esse reconhecimento não tira o dano que causei. À luz da Psicologia profunda, o perdão é exatamente não devolver o mal. Tenha a raiva, mas não a conserve que faz muito mal. Á predominância da natureza animal, sobre a espiritual, questão 742 do Livro dos Espíritos. Sentimos o impacto e não temos como evitar a raiva, é fisiológico, reagimos no momento. Mas conservar a mágoa é da minha vontade. Se eu conservar a mágoa tenho um transtorno psicológico, sou masoquista, gosto de sofrer. É tão maravilhoso quando a gente ouve: Coitado! E aí fica pior. O outro vai embora e a gente fica aquele depósito de lixo, intoxicando-se. O racional é nos libertarmos de tudo que nos perturba. Somos seres inteligentes e possuímos os mecanismos de libertação.
Geralmente dizemos: Mas ele não devia ter feito isto comigo. Mas fez, o problema é dele. Quem rouba, quem furta é que é o ladrão. Já está encarcerado na consciência culpada. A visão psicológica do perdão é diferente da visão espiritualista do perdão. Como seres emocionais sentimos o impacto da agressão, mas não devemos nos revoltarmos, e trabalhemos para esquecer.
A medida que formos trabalhando, a mágoa, a ofensa, vai perdendo o significado. A medida que vamos descobrindo nossos valores, ela vai desaparecendo. Quando estamos de bom humor, ouvimos até desaforo e dizemos: "Sabe que você tem razão?" Quando levantamos de mau humor, só de a pessoa nos olhar, perguntamos: "Qual é o caso?" Não é o ato em si; é conforme nós recebemos o ato." Divaldo conta o caso de alguém que, na festa de aniversário, recebeu de uma pessoa que não gostava dela, como presente, um vaso de porcelana, com um bilhete: "Recebe o meu presente, e dentro dele o que você merece". Dentro dele havia dejetos humanos. No aniversário da pessoa que havia enviado tal "presente", o nosso personagem lhe enviou o mesmo vaso, com os dizeres: "Estou devolvendo o vasilhame. O seu conteúdo coloquei num pé de roseira, e estou lhe enviando as rosas que saíram dali". É um ato de perdão, devolver em luz o que se recebe em trevas.
O esquecimento somente vem quando a memória se encarrega de diluir a impressão negativa, o que demanda tempo, reflexão e auto-superação.
Perdão não é conivência com a coisa errada. Quando uma pessoa me agride, eu não estou de acordo com ele; simplesmente não estou contra ele. Se meu filho age erradamente, está aturdido emocionalmente, é ingrato, faz tudo quando me desagrada como se fosse de propósito, eu não estou de acordo, é lógico. Mas eu não posso ficar contra ele. Porque mais do que nunca ele precisa de mim; ele está doente. Não é normal, isto é, não é saudável uma atitude assim. Mas então eu tenho o direito de me sacrificar? Sim, se aceitou a maternidade, a paternidade, não há condição difícil. Ser co-criador é ser co-participador. Será que Deus nos abandona toda vez que somos ingratos para com ele? que blasfemamos, que fazemos tudo quanto não devemos? Então o perdão não é conivência com a coisa errada. Não é uma atitude para fingir que tudo está bem. Alguém nos prejudica e nos pede desculpa. Respondemos: "Ok! mas ele me paga". É melhor enfrentar a realidade. Quando alguém nos disser "me desculpe", responderemos "Não posso. Hoje, eu não posso. Estou muito magoado". A gente diz: "eu te perdôo!" e no outro dia amanhece com dor de cabeça, porque não digeriu. O que devemos é não devolver o mal que nos foi feito. A pessoa nos diz uma palavra grave, e nós conseguimos segurar. Aí ela diz "você me desculpe, eu não tive a intenção... Você vai perdoar?" — Estou pensando. — Mas então não perdoa? você não é espírita? sou espírita, mas, agora, não tenho condição de perdoar, agora me dê licença... Geralmente, dizemos: "Perdôo de todo o meu coração"; perdoa, mas com ele nunca mais. E ainda pensamos: "Quem me fizer, faça bem feito, porque não vai ter outra oportunidade". Entretanto, o meu problema não é com ele, é comigo. Seja gentil com você. Se eu me permito viver magoado, ressentido, sofrendo, como vou amar o outro? Eu mereço ter uma vida melhor. Ao chegar ao escritório: "Bom dia!", o outro responde: "não vejo porque seja tão bom assim". Não nos ofendermos com isso; se ele está de mau humor é problema dele, A doença do mau humor requer tratamento psiquiátrico.
Seja gentil com você. Ame-se. Não permita que ninguém torne sua vida insuportável, nem para você, nem para os outros.
Divaldo conta o caso da pessoa que foi visitar um hospital de doentes mentais e lhe chamou a atenção, o psiquiatra. Noventa por cento dos agitados passavam perto do psiquiatra, uns diziam: Dr. já estou curado; ele respondia: Ok!; outros falavam absurdos, e ele ouvia, silenciava, ou concordava, e continuava a caminhada. No final, o visitante perguntou o por que da atitude dele, ao que respondeu: Eu sou saudável, não posso me atingir com o que dizem ou fazem, pois são doentes... E aí podemos perguntar: Será que a Terra não é um grande hospital?...
A pessoa saudável não faz o mal conscientemente a ninguém. Mas quando está de mal consigo, agride o outro. Então seja gentil com você; seja honesto; está com raiva, admita. Estou magoado, etc. Reprimir esses ressentimentos vai ficar lhe prejudicando. Digira sua raiva; digira o ressentimento. Não os mantenha. Necessário deixar cicatrizar; às vezes fica uma cicatriz e é necessário uma cirurgia.
Devemos nos empenhar em descobrir os nossos pontos vulneráveis. E Divaldo narra uma experiência pessoal. "Depois de anos de auto-análise, descobriu alguns pontos vulneráveis e começou a trabalhar esses pontos. Notou que atendendo o público, às vezes ficava irritado. E descobriu que o ponto vulnerável era o cansaço. Quando ia ficando cansado perdia um pouco a lucidez. O autógrafo é a oportunidade de ter um contacto com as pessoas. Alguns são tímidos, não chegam para conversar, pensam que vai incomodar. Mas o atendimento às vezes é prolongado. Começa 18h30 e vai até 1h30, 2h da manhã ainda está em pé. Quando a fila estava grande, ficava ansioso. Fez sua autoterapia: Está ali porque quer; faz porque gosta. Certo dia, uma senhora, o anjo bom, lhe disse: "Pelo menos me olhe". O sangue subiu, voltou. — Muito obrigado, porque a senhora acaba de me ajudar. "Como me fez bem. Descobri o ponto vulnerável".
Devemos dar o direito de a pessoa ser agressiva, mas não nos dar o direito de revidar a agressão. A raiva é semelhante a uma labareda, ou um raio. Pode provocar danos incalculáveis. É inesperada. O rancor é calculado. É necessário que aprendamos a colocar um para-raio e evitemos os tóxicos do rancor. Porque esse rancor nos dá prazer. Observamos mesmo entre os companheiros espíritas. Quando alguém que não lhe é simpático sofre algum dano, algum sofrimento, a pessoa diz: "Ah! já esperava. Quando não faço, Deus faz por mim". Deus é pai dele; do outro só é padrasto.
Não tenha prazer na infelicidade de alguém. Se devemos ter compaixão de quem sofre, devemos sentir prazer com a felicidade dos outros. Por seu intermédio, Bezerra de Menezes fez uma prece em que pede em favor dos que fazem os outros sofrerem. Geralmente pedimos pelos que sofrem, mas os que fazem sofrer estão em situação pior. Geralmente, quando alguém progride nós temos inveja. Deus sabe como ele conseguiu tal coisa. Devemos alegrar-nos com o triunfo dos outros. É uma forma de perdoar a vida, por não nos haver dado aquilo que outro recebeu. Saúde, sucesso financeiro, são responsabilidades, provações...
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